Suinocultura do DF vai à praia e apoia o maior evento do setor em 2011

Bahia de todos os santos, terra de todas as crenças, foi nesse espírito que a suinocultura brasileira pediu licença à Castro Alves, Jorge Amado e Ruy Barbosa para escrever, em Salvador/BA, mais uma importante página de sua história. O XIV Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (XIV SNDS) foi organizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e aconteceu de 03 a 05 de agosto com o objetivo de discutir o futuro da atividade e as novas tendências para produção, indúst ria e comercialização. A Associação e o Sindicato dos Criadores de Suínos do Distrito Federal (DFSuin & SINDISUÍNOS) marcaram presença em todos os dias do evento.

A vista do Hote l inspirou a chegada do público, as pedras à beira mar encontrando-se com um mar azul que parece não ter fim completaram o cenário do grande encontro do setor. O Seminário norteou sua programação por meio de quatro painéis: Agronegócio e Produção de Suínos; Desafios da Suinocultura para a Próxima Década; Mercado e Marketing para a Carne Suína no Brasil e, por fim, Um Brasil de Oportunidades.

A maior representatividade da DFSuin foi no 2º Painel, Desafios da Suinocultura para a Próxima Década, em que o vice-presidente da entidade e professor de Agronegócio da Universidade de Brasíli a (UnB), Josemar Xavier foi um dos debatedores. “Precisamos lembrar que em contrapartida às eventuais dificuldades de comércio internacional, no mercado interno temos um grande potencial a ser explorado pela carne suína”, disse o professor. “Isso não quer dizer que devemos abandonar as relações externas, mas a conquista de praças domésticas também corresponde ao desenvolvimento do futuro da atividade”, continuou Xavier.

 

O potencial do mercado interno fica claro quando se relaciona a carne suína aos novos perfis de consumo traçado por Renato Meirelles. Segundo o publicitário, a nova classe média brasileira, ou classe C como é chamada, já corresponde a mais de 50% da população. De acordo com o profissional, sete a cada dez cartões de crédito no Brasil pertencem à classe C, que gosta de comer bem, comer muito e pagar pouco. Nesse sentido, a carne suína ganha vantagem, pois o Manual brasileiro de Cortes Suínos revela que esta proteína é bastante versátil, podendo ser apresentada na forma de petiscos, passando, por exemplo, pelo strogonoff até chegar no yakissoba. Tudo isso por um preço muito mais acessível quando se compara os cortes equivalentes aos de outras proteínas. A título de comparação, enquanto o quilo do filé mignon bovino custa R$ 27,90; a mesma quantidade do lombo suíno, corte igualmente nobre, sai por R$ 14,90.

Para encerrar, Xavier destacou a importância do XIV SNDS para fortalecer a relação entre produtor e indústria: “A presença de Luiz Stabile, diretor de agropecuária da BR Foods (BRF) marca um grau de aproximação sem precedentes na atividade, representando um reconhecimento mútuo.”. O encerramento do evento deixou o público ansioso para o próximo SNDS, que será realizado em conjunto com III Congresso Iberoamericano de Suinocultura, em maio de 2013, Gramado/ RS.

 

Estado Kg/vivo
DF R$ 4,53


Fonte: CEPEA/ ESALQ
Válido de 18/05 a 24/05/2019

Valor acordado na bolsa de suínos realizada no dia 17/05/2019, às 14h, na AgroBrasília

Cotações anteriores (2019)

 

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