Crescimento nas exportações de carne suína e queda do milho são os destaques da semana

Setor espera crescimento de até 5% nas exportações de carne suína para 2018

A abertura de novos mercados importadores da proteína devem ajudar o resultado positivo. De acordo com estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), há uma expectativa de crescimento de até 5% no volume de exportações de carne suína para 2018. A retomada do mercado russo, a abertura do mercado peruano e o forte ritmo de importações da África do Sul são os principais fatores para a elevação destes níveis, que devem se aproximar dos 732 mil toneladas alcançados em 2016.

Segundo a associação, a retomada de negociações com a Rússia deverá ocorrer em breve, aumentando a demanda de carne suína para o país com a realização da Copa do Mundo.

O mercado da Coreia do Sul também está nos planos do Brasil, “espera-se que os embarques de carne suína para a Coreia do Sul aconteçam ainda em 2018, com a conclusão dos certificados sanitários para as plantas habilitadas”, afirmou a ABPA.

Atrelado a isso, o setor conta com a abertura do mercado peruano em 2018 e com o forte mercado importador da África do Sul, ressalta a associação.

Com produção recorde, valores do milho caem no Brasil

Segundo análise semanal do Cepea, os preços de milho recuaram com força no mercado doméstico, devido à produção recorde do cereal no Brasil e no mundo. A produção total de milho na safra 2016/17 foi de 97,84 milhões de toneladas, a maior da história e 47% superior à temporada anterior, segundo a Conab.

No balanço do ano, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu 12,2%, com a saca de 60 quilos a R$ 33,53 no dia 26. Na média das regiões acompanhas pelo Cepea, a queda nas cotações foi de 21,1% no mercado balcão e de 18,9% no de lotes.

Segundo os pesquisadores, com a maior oferta e expressivas quedas nas cotações, o valor pago ao produtor ficou abaixo do mínimo governamental em algumas regiões. Nesse ambiente, o governo federal interveio, no intuito de sustentar o preço ao produtor e favorecer o escoamento da produção, principalmente do milho do Centro-Oeste.

 

Fonte: Suinocultura Industrial

Publicado em: 03/01/2018

 

Últimas Notícias

Com negociações baixas, preços do suíno se mantêm estáveis

Os preços do suíno vivo se mantiveram estáveis nesta semana. Segundo dados do Cepea, os negócios estiveram abaixo do esperado para o período, o que elevou a disponibilidade da carne no início de 2018. A liquidez permanece baixa, devido ao menor poder de compra de consumidores, informaram os pesquisadores.

A bolsa de suínos paulista definiu referência de R$ 67,00 a R$ 69,00/@ condições bolsa, registrando manutenção dos preços comparados aos da semana passada. Segundo a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), os preços para o animal vivo fecharam entre R$ 3,57/kg a R$ 3,68/kg vivo. Em nota, a APCS informou que os produtores estão preocupados com o desempenho dos preços do suíno vivo. “Com as atuais cotações, o prejuízo já atinge 12% de perda ao criador por animal vendido, considerando um peso médio de 100 quilos. Abaixo desse peso o prejuízo é ainda maior”, ressaltou o presidente da associação Valdomiro Ferreira.

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Estado Kg/vivo
DF R$ 3,60+ 0,01


Fonte: CEPEA/ ESALQ
Válido de 17 a 23/02/2018

Valor acordado na bolsa de suínos realizada no dia 16/02/2018, às 14h, na DFSUIN

 

 

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